13 julho 2017

Evolução Espiritual: fui querer brincar de ser Buda e...

 Imagina só: você vem para um planetinha, nasce em um determinado local, com umas situações para resolver e sem saber como resolver, com umas anomalias de brinde. Em sua vida toda, você tenta fazer amigos, formar amizades ou conhecer pessoas para conversar, bater um papo; só que ninguém te entende em absolutamente NADA. Como você fica? Como agiria numa situação dessas? Difícil imaginar.

A única situação, foi passar 12 ou 13 anos da vida procurando ajuda fora da caixinha, esqueci da minha vida, larguei estudos, nos empregos não conseguia conversar com ninguém direito, só trabalhar e pensar nisso aqui. Em centros espíritas, candomblés, umbandistas [até aqui, nunca tinha me tocado que uma só consciência estava em todos, risos], terapeutas esotéricos, até magia negra tomei de brinde nessa caminhada toda, fazendo um trabalho de corpo e alma apesar das limitações e tome "amarrazãozinha". E mais um brinde: amor obsessivo compulsivo de graça sem nem entender direito como tinha ocorrido.

Também fui a fundo em sentimentos como egoísmo, inveja, rancor, raiva, ódio e outros mais. De forma como funcionasse como joguinhos para ver até onde ia. Utilizei mascaras sem saber que estava usando mascaras, fiquei dias e dias perguntando quem eu era e porque tinha vindo. Até que não aguentei mais e comecei a pedir ou a Deus, Universo, sei lá algo que pudesse sanar essa dúvida.

Fiquei desolado e deprimido durante meses quando descobri que o Universo não tinha sido criado da forma como imaginei que tinha sido. Outro brinde: até encarada de extraterrestre tomei.

Parei com tudo, voltei a focar um pouco em mim. Aliás, focar não, né. Fiquei desolado mesmo, só queria dormir e saber para onde iria algum dia, larguei projeto que me fazia de alguma forma "feliz", indo em shows de rock e metal quase sempre. Cacete, somos jogados num Planeta sem manual de instrução e querem que fiquemos de carinha feliz, contente? Lógico que iria aprontar umas paradas durante o trajeto. 24 anos, sem saber para onde ir, que maneiro. Enquanto via pessoas na rua da mesma idade que eu ou até mais novas trabalhando à todo vapor, que tipo de filosofia de vida essas pessoas teriam para conseguir serem elas mesmas e seguir sem buscar por auto aprovação ou coisa do tipo?

Depois que passei a refletir profundamente em várias situações de minha vida, principalmente na questão de relacionamento afetivo (mulheres). Eu vi que algo tinha que ser feito. Passei a refletir em como eu observava uma mulher, como eu a realmente via. Uma deusa ou uma máquina de prazer? Quando comecei a anotar o que eu achava de mulheres, lágrimas começaram a escorrer de mim. Agora, pela manhã. Eu não consegui colocar absolutamente nada no caderno, nada.

Foi ai que surgiu a ideia de criar um blog. Para trazer crônicas, reflexões e mensagens que possam de alguma forma, acionar uma chavinha na mente da pessoa, onde elas pudessem se conscientizar de algumas coisas e procurar melhorar algo em si mesmos.

Um beijo e um abraço.
De alguém que quer descobrir como VERDADEIRAMENTE AMAR!

Nenhum comentário:

Postar um comentário